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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

ATIVIDADES COM DADOS

terça-feira, 25 de agosto de 2009

DADO COM BOLSOS

DADO COM BOLSO

ESTE DADO É SUPER ÚTIL, POIS PERMITE QUE POSSAMOS TROCAR AS FIGURAS. USE UMA CAIXA QUADRADA, ENCAPE COM PAPEL PARDO (ASSIM AS CORES NÃO IRÃO INTERFERIR NO TRABALHO) E FAÇA BOLSOS COM SACO PLÁSTICO, VOCÊ PODE COLAR COM DUREX COLORIDO, COMO EU FIZ, OU INCOLOR.
NOS BOLSOS VOCÊ PODE USAR FIGURAS DE ANIMAIS, FRUTAS, NÚMEROS, LETRAS, QUANTIDADE, ENFIM, TUDO O QUE VOCÊ QUISER ,USANDO SEMPRE O MESMO MATERIAL.
FAÇA FICHAS DE DIFERENTES FIGURAS, LETRAS E NÚMEROS.
PARA QUE SUAS FICHAS DUREM VOCÊ PODE PLASTIFICÁ-LAS E GUARDÁ-LAS EM ENVELOPES POR ASSUNTO.

VEJA ALGUMAS SUGESTÕES DE ATIVIDADES:

- SE VOCÊ USAR NÚMEROS

A CRIANÇA JOGARÁ O DADO E O NÚMERO QUE CAIR ELA DEVERÁ PEGAR NO POTE A QUANTIDADE DE PALITOS OU TAMPINHAS CORRESPONDENTE AO NUMERAL QUE TIROU.

- SE VOCÊ USAR A QUANTIDADE

FAÇA O INVERSO, A QUANTIDADE TIRADA CORRESPONDERÁ AO NÚMERO QUE A CRIANÇA DEVERÁ MOSTRAR.

- SE USAR LETRAS

A CRIANÇA DEVERÁ FALAR UMA PALAVRA COM A LETRA QUE CAIR.

- SE USAR ANIMAIS

A CRIANÇA DEVERÁ IMITAR OU FALAR ALGUMA CARACTERISTICA DO ANIMAL.

ENFIM, EXISTEM DIVERSAS MANEIRA DE TRABALHAR COM O DADO, ESTAS SÃO ALGUMAS IDÉIAS, ESPERO QUE GOSTEM.

ALMOFADAS


Almofadas para hora do conto

A arte de contar histórias requer um ambiente agradável, bem iluminado, arejado, estéticamente bem organizado e mconfortável, por que não?
Pensando nisso criei uma almofada reciclada com plástrico bolha e jornal ou retalhos e E.V.A picado, que além de fofinhas são fáceis de limpar é só passar um pano com alcool além de ser fácil de guardar.


Materiais: plástico bolha (do tamanho que você desejar que a almofada fique), cola quente, jornal ou E.V.A picado neste caso é necesdsário uma grande quantidade.


Modo de fazer: Corte o plástico bolha do tamanho e forma que voc~e preferir, deixando uma margem a mais para a colagem, caso contrário ela poderá ficar menor do que você deseja, faça o desenho com caneta de retroprojetor pelo lado interno do plástico, ou seja, o lado liso, após recorte e cole com cola quente, deixando um espaço aberto para o enchimento.
Uma dica: Ao colocar a cola, vá precionando o plástico, pois a cola quente em contato com o plástico precionado , fica como se estivesse soldado.

Após é só colocar o enchimento: Se for de jornal, faça bolas grande (você pode pedir para as crianças ajudarem) e coloque dentro, se for de E.V.A picado coloque com a ajuda de um funil ( eu usei a boca da garrafa PET).
Depois é só terminar de colar e você terá uma linda almofada.
terça-feira, 18 de agosto de 2009

FOLCLORE

LENDAS

Caipora

É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas.

É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes. Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É muito poderoso e forte.

Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãe-do-Mato, Curupira e Caapora. Para os Índios Guaranis ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato.

Uma carta do Padre Anchieta datada de 1560, dizia: "Aqui há certos demônios, a que os índios chamam Curupira, que os atacam muitas vezes no mato, dando-lhes açoites e ferindo-os bastante". Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores.

De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, no caso de cruzar com Ele.


Nomes comuns: Caipora, Curupira, Pai do Mato, Mãe do Mato, Caiçara, Caapora, Anhanga, etc.

Origem Provável: É oriundo da Mitologia Tupi, e os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando da época do descobrimento, depois tornou-se comum em todo País, sendo junto com o Saci, os campeões de popularidade. Entre o Tupis-Guaranis, existia uma outra variedade de Caipora, chamada Anhanga, um ser maligno que causava doenças ou matava os índios. Existem entidades semelhantes entre quase todos os indígenas das américas Latina e Central. Em El Salvador, El Cipitío, é um espiríto tanto da floresta quanto urbano, que também tem as mesmos atibutos do Caipora. Ou seja pés invertidos, capacidade de desorientar as pessoas, etc. Mas, este El Cipitío, gosta mesmo é de seduzir as mulheres.

Conforme a região, ele pode ser uma mulher de uma perna só que anda pulando, ou uma criança de um pé só, redondo, ou um homem gigante montado num porco do mato, e seguido por um cachorro chamado Papa-mel.

Também, dizem que ele tem o poder de ressuscitar animais mortos e que ele é o pai do moleque Saci Pererê.
Há uma versão que diz que o Caipora, como castigo, transforma os filhos e mulher do caçador mau, em caça, para que este os mate sem saber.

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Boi Tatá

É um Monstro com olhos de fogo, enormes, de dia é quase cego, à noite vê tudo. Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra. Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.

Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais. Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos. Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata. No Nordeste do Brasil é chamado de "Cumadre Fulôzinha". Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.

Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, vai tocando fogo nos campos. Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.

A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, e que visto de longe parecem grandes tochas em movimento.


Nomes comuns: No Sul; Baitatá, Batatá, Bitatá (São Paulo). No Nordeste; Batatão e Biatatá (Bahia). Entre os índios; Mbaê-Tata.

Origem Provável: É de origem Indígena. Em 1560, o Padre Anchieta já relatava a presença desse mito. Dizia que entre os índios era a mais temível assombração. Já os negros africanos, também trouxeram o mito de um ser que habitava as águas profundas, e que saía a noite para caçar, seu nome era Biatatá.

É um mito que sofre grandes modificações conforme a região. Em algumas regiões por exemplo, ele é uma espécie de gênio protetor das florestas contra as queimadas. Já em outras, ele é causador dos incêndios na mata. A versão do dilúvio teve origem no Rio Grande o Sul.

Uma versão conta que seus olhos cresceram para melhor se adaptar à escuridão da caverna onde ficou preso após o dilúvio, outra versão, conta que ele, procura restos de animais mortos e come apenas seus olhos, absorvendo a luz e o volume dos mesmos, razão pela qual tem os olhos tão grandes e incandescentes.


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Mula sem cabeça

Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta.

Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro.

Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado.

Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre

Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México),

Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia. Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso. Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos.

Conforme a região, a forma de quebrar o encanto da Mula, pode variar. Há casos onde para evitar que sua amante pegue a maldição, o padre deve excomungá-la antes de celebrar a missa. Também, basta um leve ferimento feito com alfinete ou outro objeto, o importante é que saia sangue, para que o encanto se quebre. Assim, a Mula se transforma outra vez em mulher e aparece completamente nua. Em Santa Catarina, para saber se uma mulher é amante do Padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em fita com o nome dela, e se o ovo cozer e a fita não queimar, ela é.

É importante notar que também, algumas vezes, o próprio Padre é que é amaldiçoado. Nesse caso ele vira um Padre-sem-Cabeça, e sai assustando as pessoas, ora a pé, ora montado em um cavalo do outro mundo. Há uma lenda Norte americana, O Cavaleiro sem Cabeça, que lembra muito esta variação.

Algumas vezes a Mula, pode ser um animal negro com a marca de uma cruz branca gravada no pelo. Pode ou não ter cabeça, mas o que se sabe de concreto é que a Mula, é mesmo uma amante de Padre.

LENDAS

Cobra grande

É uma das mais conhecidas lendas do folclore amazônico. Conta a lenda que em numa tribo indígena da Amazônia, uma índia, grávida da Boiúna (Cobra-grande, Sucuri), deu à luz a duas crianças gêmeas que na verdade eram Cobras. Um menino, que recebeu o nome de Honorato ou Nonato, e uma menina, chamada de Maria. Para ficar livre dos filhos, a mãe jogou as duas crianças no rio. Lá no rio eles, como Cobras, se criaram. Honorato era Bom, mas sua irmã era muito perversa. Prejudicava os outros animais e também às pessoas.

Eram tantas as maldades praticadas por ela que Honorato acabou por matá-la para pôr fim às suas perversidades. Honorato, em algumas noites de luar, perdia o seu encanto e adquiria a forma humana transformando-se em um belo rapaz, deixando as águas para levar uma vida normal na terra.
Para que se quebrasse o encanto de Honorato era preciso que alguém tivesse muita coragem para derramar leite na boca da enorme cobra, e fazer um ferimento na cabeça até sair sangue. Ninguém tinha coragem de enfrentar o enorme monstro.
Até que um dia um soldado de Cametá (município do Pará) conseguiu libertar Honorato da maldição. Ele deixou de ser cobra d'água para viver na terra com sua família.

Origem: Mito da região Norte do Brasil, Pará e Amazonas.

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Vitória Régia

Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse.

E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista.

A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.

Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

NEGRINHO DO PASTOREIRO

O negrinho do pastoreio

O Negrinho do Pastoreio É uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil.

Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. ‘‘Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece’’, disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo.

Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.

Origem: Fim do Século XIX, Rio Grande do Sul.

SACI PERERÊ

Saci Pererê

A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno.

É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem.

Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja.

Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo.
Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc.

Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial.

Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.

Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações:
Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda.
Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai.

Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer.

Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.
sábado, 15 de agosto de 2009

FOLCLORE- LENDAS

Iara é uma lenda indígena:
Ela é uma linda sereia que vive no rio Amazonas, sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. A Iara costuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistível, desta forma os homens que a vêem não conseguem resistir aos seus desejos e pulam dentro do rio. Ela tem o poder de cegar quem a admira e levar para o fundo do rio qualquer homem que ela desejar se casar. Os índios acreditam tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer. Segundo a lenda, Iara era uma índia guerreira, a melhor da tribo e recebia muitos elogios do seu pai que era pajé. Os irmãos de Iara tinham muita inveja, resolveram matá-la à noite enquanto dormia. Iara que possuía um ouvido bastante aguçado, os escutou e os matou. Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu. Seu pai, o pajé da tribo, realizou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la, como punição pelas mortes a jogou no encontro dos Rios Negro e Solimões, alguns peixes levaram a moça até a superfície e a transformaram em uma linda sereia.

IARA


FOLCLORE -


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

FOLCLORE - Atividades extraídas do blog brincando com cores

LETRAS DE MÚSICAS DO NOSSO FOLCLORE.

Lindas estas músicas folclóricas, e nós educadores devemos incentivar nossos alunos a preservar nossa cultura, cantando sempre com eles em sala de aula.Algumas destas canções são mais conhecidas, outras nem tanto, acredito ser por região do Brasil, aqui no Sul, confesso não ter conhecimento de todas, mas com o CD que acompanha os livros fica mais fácil acompanhar o ritmo, e por falar nisto, é maravilhoso, ele é todo "cantado" por crianças, este material vale a pena ter, é um pouco caro, eu comprei um livro de cada vez, e ainda parcelei, mas foi uma grande aquisição para o meu acervo pedagógico.















































































































































































































































































Gostaram??? É ótimo!!!! As ilustrações são lindas, foram feitas pelas crianças.
Fonte: Quem Canta seus Males Espanta vol. 1 e 2. Editora Caramelo.
sábado, 8 de agosto de 2009

FELIZ DIA DOS PAIS

QUADRO

INFLUENZA A

Influenza A (H1N1)
Influenza A (H1N1)


1 - A Gripe A (H1N1) tem comportamento idêntico ao da Gripe comum, não havendo motivo para pânico nem medidas extremas.

2 - A transmissão do vírus da gripe ocorre por via respiratória ou por contato direto com a pessoa gripada ou com superfícies contaminadas.

3 - Lave sempre suas mãos e oriente aos pacientes gripados a fazer o mesmo e a usar máscara cirúrgica ou lenços ao tossir ou espirrar. Não compartilhe alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal. Procure manter os ambientes ventilados.

4 - Caso sejam constatados sintomas respiratórios como febre, tosse, dor na garganta, mal estar, você deve procurar atendimento médico com seu médico habitual, no posto de saúde mais próximo ou em uma UPA (rede básica de atendimento) e iniciar seu tratamento.

5 - Como em qualquer gripe, eventualmente, em pessoas debilitadas ou suscetíveis, podem ocorrer complicações, neste caso retorne ao seu médico para receber orientações.
6 - São sinais de complicação, mal estar muito intenso com fraqueza muscular e confusão mental, falta de ar em repouso ou em pequenos esforços ou queda progressiva do estado geral.

7 - Para o tratamento da gripe A H1N1 não é necessário realizar exame complementar, desta forma, os hospitais só estão coletando material para exame nos casos graves.

8 - Maiores informações técnicas e orientações sobre outras condutas em relação à Gripe A H1N1, estão disponíveis no seguinte endereço (link): http://portal.saude.gov.br/saude/
9 - As principais diferenças entre a gripe comum e a gripe A (H1N1) podem ser vistas no quadro abaixo:
sexta-feira, 7 de agosto de 2009

sábado, 1 de agosto de 2009

MODELO DE FICHA DE ALUNO


ATIVIDADE PARA O DIA DOS PAIS
















Atividades extraidas do blog Fazendo Arte II















































DIA DOS PAIS - Atividades extraida do Blog Ferramentas Pedagogicas


About Me

Andreia Farias– Porto Alegre/RS
Sou professora, formada em pedagogia, pós graduanda em pedagogia gestora-supervisão. Atuo na formação de educadores para a Educação Infantil, através de minha empresa, CEFOR-RS, onde também presto assessoria pedagógica para escolas junto com minha equipe técnica. Tenho paixão por ensinar e neste processo de ensino-aprendizagem aprendo diariamente com meus alunos.
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Quem sou eu

Sou professora, formada em pedagogia, pós graduanda em pedagogia gestora-supervisão. Atuo na formação de educadores para a Educação Infantil, através de minha empresa, CEFOR-RS, onde também presto assessoria pedagógica para escolas junto com minha equipe técnica. Tenho paixão por ensinar e neste processo de ensino-aprendizagem aprendo diariamente com meus alunos.

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